quarta-feira, 3 de junho de 2009

Desmascarando o Mormonismo (Parte 02)

II. O LIVRO DE MÓRMON
Cabe-nos perguntar: O Livro de Mórmon é também a Palavra de Deus? Tem ele o significado e o valor que os mórmons dizem ter? A resposta a ambas as perguntas é: NÃO!

2.1. O que é o Livro de Mórmon
A primeira edição de O Livro de Mórmon para o português apareceu no ano de 1938, e, até o ano de 1975, já haviam sido impressas seis edições. O Livro de Mórmon compõe-se de 15 livros, divididos em capítulos e versículos, tal como a Bíblia Sagrada. Os seus livros são os seguintes: 1º Livro de Nefi, 2° Livro de Nefi, Livro de Jacó, Livro de Ênos, Livro de Jarom, Livro de Omni, As Palavras de Mórmon, Livro de Mosiah, Livro de Alma, Livro de Helamã, 3° Livro de Nefi, 4° Livro de Nefi, Livro de Mórmon, Livro de Éter e Livro de Moroni.

No seu todo, O Livro de Mórmon soma um total de 239 capítulos e 6553 versículos. Nele são encontrados capítulos inteiros da Bíblia. Por exemplo: 1° Nefi 20 é igual a Isaías 48; 2° Nefi 12 e 24 são iguais a Isaías 2 e 14; 3a Nefi 24 é igual a Malaquias 3; 3° Nefi 12 e 14 são iguais a Mateus 5 e 7; Moroni 10.7-20 é igual a 1 Coríntios 12.

Não obstante O Livro de Mórmon conter muito da Bíblia Sagrada, ele a condena como um livro mutilado e cheio de erros, que Satanás usa para escravizar os homens. Isto é dito textualmente em Ia Nefi 13.28,29 e 2a Nefi 29.3,6.

2.2. Testemunhos Contra o Livro de Mórmon
São muitíssimas as provas de que O Livro de Mórmon é obra de homem e não a Palavra de Deus. Dentre essas provas destacam-se as seguintes:

• A opinião mais comum entre os estudiosos do mormonismo é que o conteúdo de O Livro de Mórmon, em grande parte, foi tomado de um romance de Salomão Spaulding, um pastor presbiteriano aposentado, que escreveu uma história fictícia dos primeiros habitantes da América.
• As descobertas arqueológicas e os estudos históricos provam que os primeiros habitantes da região indicada em O Livro de Mórmon eram muito diferentes da descrição que ele dá quanto aos costumes, nomes, caráter e línguas.
• O Livro de Mórmon contém mais ou menos 10.000 citações diretas da versão da Bíblia inglesa "King James", publicada pela primeira vez em 1611.
• O livro pretende ser a tradução de placas de ouro enterradas desde o ano 420 até 1823, contudo cita com precisão capítulos inteiros de uma Bíblia publicada em 1611. Isso é simplesmente inconcebível!
• O livro foi escrito em uma linguagem paupérrima, porém, quando cita a Bíblia (o profeta Isaías, por exemplo), mostra erudição de linguagem, mais uma prova de que esses textos foram copiados diretamente da Bíblia.
• O Livro de Mórmon põe na boca de personagens que viveram séculos antes de Cristo, palavras que a Bíblia atribui a nosso Senhor; ou põe na boca do Senhor palavras que só poderiam sair da boca de um bastardo e inculto.
• É estranho que Joseph Smith não mostrasse as placas de ouro a ninguém mais, além das três testemunhas abaixo, para que o seu testemunho fosse confirmado.
• Oliver Cowdery, David Whitner e Martins Harris são citados em O Testemunho do Profeta Joseph Smith como tendo visto as placas de ouro de onde Smith teria traduzido O Livro de Mórmon. O próprio Smith os chama depois de "ladrões e mentirosos, demasiadamente maus para serem mencionados" (Smith, History of the Church, vol. IV, p. 461).
• Para tão volumoso conteúdo de O Livro de Mórmon, as placas de ouro que Joseph Smith descreveu requeriam um trabalho microscópico ou algo miraculoso.
• Os muitos erros gramaticais e de conteúdo de O Livro de Mórmon o fazem obra de homem e não Palavra de Deus.

DE OLIVEIRA, Raimundo. Seitas e Heresias: Um Sinal do Fim dos Tempos. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.

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